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Na
segunda parte desta entrevista, Kanai Sensei, partilha os
seus pensamentos sobre como começou no Aikido, assuntos
como ética, filosofia e relações entre
alunos e Sensei.
Conta-nos, também, as suas expectativas sobre os alunos,
relacionadas com a prática de armas, as atitudes com
o treino em geral, assim como as relacionadas directamente
com exames e promoções. A visão do Sensei
no que respeita às qualidades apropriadas dos alunos
parece ser generosa e compreensiva. Isto indica, pelo menos
para mim, que talvez pudéssemos todos ser um pouco
mais tolerantes e aceitar as mais variadas razões que
as pessoas têm para treinar Aikido. Em contraste com
isto, talvez sejamos demasiado tolerantes e compreensivos
conosco próprios, e seria melhor que reavaliássemos
o nosso próprio nível de prática e empenhamento,
em vez de julgarmos os outros.
Parece demasiado fácil cair na ratoeira de uma mente
rígida, a qual assume que "só existe uma
verdadeira maneira de praticar, e eu sei qual é".
Uma mente mais aberta e uma atitude mais equilibrada permitem
reconhecer que o Aikido oferece algo de especial para todos,
muito mais coerente com o verdadeiro e autêntico lema
da arte da filosofia da harmonia.
Kanai Sensei é muito claro através da sua expressão
"alcance e profundidade" do Aikido, que como arte
marcial, é mais do que capaz de oferecer algo diferente
para todos.
P
- Sensei, quando se começa a ensinar principiantes
no Aikido, é preferível começar pelo
ataque de Katatetori?
K - Sim, porque é simples, básico e aplica-se
a todos os outros ataques. À medida que o aluno começa
a captar cada vez mais rapidamente, então torna-se
quase como um "Tsuki". Passa a ser a mesma coisa.
P - Quais as expectativas do Sensei em relação
aos alunos?
K - Todas. (risos) Espiritualmente ... tudo.
P - Pode o Sensei dar aos alunos alguma sugestão
ou esclarecimento sobre atitude, compromisso, empenho?
K - Sobre essa pergunta em especial eu não posso dizer
nada. Não posso dar aos alunos sugestões sobre
compromisso, empenho. Todas as pessoas são diferentes,
têm diferentes motivações e razões
para praticar Aikido. Algumas vêm apenas uma vez por
semana praticar. Outros alunos querem, se possível,
fazer três aulas por dia! Existe também o factor
idade. Devido a ela os estudantes têm condições
diferentes e um Sensei não pode dizer especificamente
que tipo de atitude ou compromisso eles devem ter. Fico satisfeito
que eles pratiquem com sinceridade e tenham bom espírito
na prática do Aikido. O que não gosto é
quando os alunos praticam sem seriedade, ou quando simplesmente
não sentem o que estão a fazer. Alguns alunos
que já praticam há muito tempo e sentem que
já praticaram que chegue. Assim, por vezes ... esquecem-se
que existe uma certa linha ... atravessam essa linha e tornam-se
desleixados na matéria. Começam a esquecer tudo
o que o Aikido é. Começam ... não a brincar,
mas a não fazer Aikido. Não é uma atitude
correcta. Uma boa expressão para descrever é
"muito casual". Quando um aluno pratica há
cerca de 10 ou 15 anos, por vezes esquece essa linha e desenvolve
uma espécie de apatia devido a praticar a mesma coisa
vezes sem conta, mas sem pensar no que está a fazer.
É muito fácil as pessoas caírem na rotina.
P - Isto leva a uma nova pergunta, Sensei. Assumindo que
os alunos têm condições diferentes, tais
como, horário de trabalho, distância a que vivem
do Dojo, que conselho daria a alguém que não
tem possibilidade de ir ao Dojo? Como pode ele praticar Aikido
diariamente?
K - Sozinho? Percebo o que quer dizer, mas é muito
diferente da prática num Dojo. Existem coisas que se
fazem no Dojo e coisas que se fazem fora do Dojo. Embora eu
entenda as razões por que faz essa pergunta, é
o mesmo que perguntar "O que pode substituir a prática
no Dojo?" Devido a ser tão diferente não
existe nada que a substitua.
P - Que espécie de características ou que
atitudes gostaria de ver nos alunos quando eles vêm
para as promoções? Do seu ponto de vista, qual
a atitude que devem ter? Como é que o aluno se apercebe
que está pronto para a promoção?
K - Primeiro que tudo existe um mínimo de condições
para exame. Ter praticado as horas necessárias e saber
as técnicas pedidas. No entanto, se possível,
o aluno deve possuir mais do que isso. Mesmo que o aluno consiga
fazer todas as técnicas e tenha as horas necessárias,
deverá conseguir fazer mais. Ele deve conseguir executar
as técnicas sem pensar e sem demonstrar cansaço.
Claro que todas as técnicas exigidas devem sair a 100%
... mas ele deve ter algo mais ... qualquer coisa "extra".
Quando vejo os exames, penso que muitos alunos ainda não
estão preparados e sobretudo não estão
confiantes
P - O aluno deverá então realizar o teste
com um à vontade que demonstre confiança? Uma
reserva extra que permita ao aluno não estar precisamente
no limite da sua capacidade?
K - Confiança ... sim, confiança, assim mostra
que é capaz de mais. Exactamente.
Algumas vezes sinto que os alunos não deviam passar
no exame ... mas é claro eu sou humano e assim sendo
sinto alguma simpatia por eles e eles passam. Sempre que existem
exames eu não me sinto bem no papel do juiz. Se são
alunos meus, sinto mais liberdade para os passar ou não.
Mas quando são alunos de outros Dojos, uma vez que
eles treinam programas diferentes e praticam de maneira diferente,
eu tenho que ser um pouco mais generoso na sua apreciação,
embora eu saiba que isto é mau, que vai fazer baixar
o nível do Aikido. Como tudo isto faz declinar a qualidade
do Aikido, eu não me sinto muito bem nestes dias de
exames.

P
- Na última entrevista, o Sensei falou sobre os instrutores
que são muito bons a explicar as coisas, que os alunos
rapidamente aprendem os movimentos. Devido a isto o senhor
disse que os alunos "não aprenderam a essência".
Eles não têm nada "dentro". Se houvesse
mais erros, os alunos teriam que lutar mais e assim estariam
mais aptos a aprender a "essência"?
K - Primeiro que tudo não vi ninguém tecnicamente
bom mas cuja "atitude" ou algo assim não
fosse boa e falhasse. Isto não existe. As pessoas que
se tornam tecnicamente boas têm boa atitude. Porque
se a pessoa pratica com regularidade e intensidade por um
longo período de tempo a prática influenciará
a sua atitude.
P - Na sua ultima entrevista falamos de pessoas que tendo
a "filosofia" do Aikido, mas prosseguem com uma
prática diferente. Estes aspectos não parecem
coordenados. Mas se alguém realmente investir no treino
necessário para adquirir capacidade técnica,
a filosofia da atitude, o DO aparece automaticamente?
K - Não estou certo sobre o DO ou o TAO. Não
tenho a certeza se o aluno o terá ou não. Mas
se os alunos
praticarem muito e muito, e muito, e conseguirem perfeição
em muitas técnicas, depois de muitas horas de esforço
eu penso que pelo menos os alunos entenderão o que
é o Aikido.
P - Sensei, acha que para os alunos de Aikido, a prática
de armas será indispensável para eles em alguma
altura do seu percurso no Aikido?
K - (Risos) A sua maneira de fazer a pergunta perde o ponto
principal. Por exemplo, se a sua pergunta fosse "Aprender
armas será vantajoso para a aprendizagem do Aikido?"
isto mostra um conceito errado. Se entendermos o que é
o Aikido, isto não é o caminho de como as coisas
devem acontecer. Se nos guiarmos pelos princípios que
aprendemos no Aikido ... relacionados com a maneira de movimentar
o corpo, como fazer "Sabaki" movimentar-nos-emos
da mesma forma com ou sem arma. Se movimentarmos o corpo de
acordo com os princípios do Aikido, então é
lógico que podemos aplicar isto ao trabalho com armas.
É assim que eu penso.
P - Sensei, qual é o ponto essencial no Aikido?
O que é mais importante? Qual é a essência?
K - Primeiro que tudo não posso dizer o que é
a essência do Aikido numa palavra. Não posso
resumir numa palavra a essência do Aikido porque ela
reside em muitos factores, em muitos aspectos. Outra dificuldade
é que se, pegarmos num factor e o examinarmos isolado,
do início ao fim, torna-se quase "acadêmico".
Por exemplo, quando no Aikido dois indivíduos colidem
um com o outro ... como é que vamos analisar isto?
Temos que ir para o que chamamos "dinâmica",
o princípio da física que descreve como é
que a força se movimenta, por isso é que eu
digo "acadêmico". É preciso estudar
mais fundo para entender a física desta situação.
É parte deste campo, certo? Existem muitos exemplos.
Se começarmos a pensar sobre "maneiras" no
Aikido, podemos pensar em "maneiras" no Dojo. No
que respeita a maneiras, comportamento, para o Sempai, do
instrutor, etc.. Estamos agora no campo sociológico.
E estamos a começar a pensar sobre a sociedade ...
e mais uma vez é "acadêmico". Então,
através das artes marciais, se começarmos a
pensar ou estudar sobre modéstia, humildade ... então
estamos a pensar em religião, e a entrar no aspecto
religioso. Assim o Aikido é a junção
destes factores num sistema. Isto é o Aikido. É
por isto que o Aikido é muitas vezes chamado de "sogo
budo"... isto é "arte marcial total"
ou "arte marcial universal" ou ainda "arte
marcial fundamental". É por isto que eu não
posso pôr simplesmente numa palavra a essência
do Aikido. Aikido tem tantos aspectos e cada aspecto pode
levar a um campo inteiro. O Aikido é difícil
de aprender, porque requer "perfeição"
em todos os seus aspectos. Assim, é uma arte marcial
muito difícil. Quando aprendemos Aikido, tornamo-nos
muito sérios, e naturalmente à medida que estudamos
a maneira de compreender e fazer Aikido, percebemos que não
pode ser de uma maneira banal. Assim as minhas palavras para
os estudantes que praticam Aikido há alguns anos são
"não se tornem complacentes ... não sintam
que já lá estão" porque há
sempre mais.
P - Falando das expectativas do Sensei em relação
aos alunos, quais são as expectativas em relação
aos instrutores?
K - Eu quero que os instrutores pensem mais profundamente
... porque agora no Aikido existem mais alunos que já
praticam há muito tempo. O nível do Aikido também
está a crescer, assim os alunos podem impulsionar o
crescimento dos instrutores. Os instrutores devem estar certos
de que não são ultrapassados. Os instrutores
têm que treinar-se a eles próprios mais e pensar
mais. O Aikido está sempre em crescimento, se pensarem
que está estagnado então param. Há sempre
alguém à procura de técnicas novas no
Aikido. Por isso é que eu digo que se os instrutores
param de pensar ou de trabalhar a técnica e os alunos
os ultrapassam, não apenas no Aikido, mas em tudo,
se pararmos de pensar as coisas deixam de crescer.
O Aikido está em crescimento porque há sempre
alguém que pensa. É isto que é o Aikido
... alguém sempre à procura.
Desde que as pessoas realmente pensem que cresce, o Aikido
cresce.
P - Tendo estado na América durante algum tempo
está satisfeito com o desenvolvimento do Aikido nos
Estados Unidos?
K - Com algumas condições, eu penso que neste
momento o nível dos Estados Unidos é o melhor
do mundo. Mas, não estou satisfeito com isto.
P - Que metas nos põe?
K - Não posso dizer isso, porque ainda estou a estudar
e trabalhar esse assunto. Não posso dizer apenas qual
o objectivo.
P - Quais seriam algumas das condições que
gostaria que nós examinássemos mais profundamente
e avaliássemos de modo a podermos melhorar?
K - Existem tantas diferenças e extremos. Até
nos Estados Unidos existem talvez 10 organizações
diferentes de Aikido, a nossa federação e outras.
Mas mesmo nos que fazem parte desta federação,
nos seus diferentes Dojos, as diferenças existem, devido
à localização geográfica, diferentes
níveis de prática e também porque os
instrutores têm características diferentes uns
dos outros. Um instrutor é bom num aspecto mas outro
é melhor noutro aspecto, assim existe a diferença
nesta estrutura. Ainda não se tornou una. Assim talvez
seja esta a meta, o objectivo.
P - Sensei, pode partilhar alguns pensamentos, sentimentos
ou idéias sobre "padrão ético"
que gostaria de ver nos instrutores?
K - Se eu tivesse expectativas éticas para com os instrutores
e se eu falasse sobre elas poderia causar
problemas. É muito difícil falar sobre esse
assunto. Mas direi desta maneira, se os alunos pensarem no
tipo de instrutor que querem ter, então naturalmente
definir-se-á a ética correcta do instrutor nesse
momento. Por outras palavras, se os alunos pensarem seriamente
no tipo de instrutor que querem, então saberão
qual a ética que esse instrutor deve ter. Se o instrutor
tentar perceber o que os alunos querem, o que procuram nele,
então o instrutor descobrirá que tipo de instrutor
deve ser.
Ficará mais consciente daquilo que deve ser. É
uma questão de senso comum, uma consciência daquilo
que se deve ser.
P - Por exemplo, se eu for dono de um "health club"
onde as pessoas vêm para levantar pesos, não
estou a oferecer uma filosofia, não há um caminho
a seguir. Mas um Dojo implica uma filosofia. Alguns instrutores
podem assumir-se eles próprios como mentores, e eu
não estou muito certo que alguns instrutores vão
ser sinceros interessados o suficiente para ouvir os alunos
e dar-lhes o que precisam. Podem mesmo aproveitar-se dos alunos.
Assim, Sensei de um modo geral pode fazer algum comentário
sobre o que espera dos instrutores?
K - É uma pergunta muito difícil. Porque se
alguns alunos olham o instrutor como um mentor e ele corresponde,
estamos a falar de uma responsabilidade para com outro ser
humano. Se o aluno se deixa influenciar pelo instrutor, Sensei,
então é um assunto muito sério, porque
temos uma pessoa influenciada por outra. Um assunto muito
importante. Por exemplo, se um aluno se interessa realmente
pelo Aikido, e se se concentra completamente nele, então
a sua vida torna-se Aikido, e ele pode abandonar a sua vida
real. Uma vez que isto é possível, é
uma coisa muito importante esta influência de um sobre
o outro. Não precisa ser o instrutor, qualquer pessoa
tem responsabilidade sobre outra quando a influencia. Por
esta mesma razão eu não posso dizer como os
instrutores devem ser ou como deverá ser o verdadeiro
instrutor. Tudo isto são razões que me impedem
de o dizer. Penso também que são limites que
os alunos devem esperar do instrutor. É um assunto
muito sério. Ensinar Aikido não é uma
ciência exacta. Não é matemática.
Na matemática existem certezas, respostas definitivas.
Mas se os alunos perguntarem ao Sensei sobre os seus problemas
ele responderá que não há certezas. Porque
não é como a matemática. Um ser humano
é uma coisa viva. Por isso, como ser humano só
tem certeza de uma coisa, o instinto. Para os seres humanos
sobreviverem no mundo precisam de instinto. Isso é
a única certeza para um ser humano. E na longa história
da humanidade os seres humanos já quase perderam o
instinto. Tentaram substituir essa perda com alternativas
como, "amor" ou "religião" ou "moral"
ou "competição física", etc.
Bushido ou Budismo é a mesma coisa. É tudo uma
ilusão. As pessoas procuram uma ilusão quer
seja Bushido, Budo, ou qualquer outra coisa. Por isso mesmo
o instrutor também vive na sua ilusão ... na
sua idéia. Ninguém pode dizer ou forçar
outro a viver a sua própria ilusão. É
a idéia de cada um e é por isso que eu digo
que o Aikido não é uma certeza. Não existe
como uma coisa absoluta. No mundo em que vivemos não
existem certezas absolutas. Se os alunos procuram um mentor,
isso é muito é demasiado para um instrutor assumir
esse papel, pois força-o a ter uma responsabilidade
perante outro ser humano.

P
- Sensei, que razões iniciais o atraíram no
Aikido? Porque escolheu o Aikido?
K - No meu caso é muito simples, eu simplesmente não
poderia ficar satisfeito com outra arte marcial e também
porque não esperava muito do Aikido. Poderia ter sido
qualquer outra arte naquela altura.
P - Foi mais o momento na sua vida do que a arte em si ?
K - Sim, aconteceu ser o Aikido que encontrei naquele momento.
P - Quando é que tomou consciência do Aikido?
K - Vi na televisão. O-Sensei e Tamura Sensei faziam
uma demonstração.
P - O-Sensei era aquilo que você esperava como professor?
K - Foi isso que me atraiu para o Aikido naquele momento e
actualmente é por isso que após receber ensinamentos
do O-Sensei ainda continuo no Aikido. Por outras palavras
encontrei o meu "shisho", o meu professor.
P - Que encontrou no O-Sensei que o fez decidir a ficar com
ele?
K - Apenas a sua maneira de ser. Eu simplesmente gostei dele.
Por isso não existe uma coisa ... eu apenas gostei
muito dele.
P - Qual a parte mais difícil no seu treino?
K - A parte mais difícil foi o "Keiko" ...
prática. A prática foi o mais difícil.
P - Era austera?
K - Para mim foi. Todos os dias eu pensava em desistir. Todas
as manhãs eu acordava e dizia "vou praticar apenas
hoje ... mas amanhã vou decididamente desistir".(risos)
P - Outra pergunta sobre o O-Sensei , o Doshu escreveu que
o O-Sensei disse "O Aikido é mais rápido
do que a luz". O que isto quer dizer?
K - Não sei o contexto em que o Doshu escreveu isso,
mas o O-Sensei disse-me que não importa quem se move
primeiro. Outra interpretação pode ser que quando
fazemos algo não devemos pensar "quando eu faço
isto eu tenho essa ou aquela vantagem" e depois ajo.
Devemos tomar a decisão imediatamente e agir, devemos
faze-lo mais rápido do que a luz, no momento exacto.
As decisões devem ser tomadas no exacto momento, no
"timming" certo.
P - Então existe a situação e sem
hesitação, sem pensar, sem impedimento movemo-nos
em harmonia com a situação e já está?
K - É precisamente isso. Quando nos vencemos a nós
próprios. Quando fazemos algo que não pensamos
"se eu fizer isto acontecerá aquilo...perderei
dinheiro ou ganharei uma posição melhor"
ou qualquer coisa no gênero. Não devemos fazer
isto. A maneira correcta de agir é o mais importante.
De acordo com esta filosofia. Se agirmos acontece certo. Então
isto é mais rápido do que a luz, não
se trata de técnica.
P - Sensei, há mais alguns instrutores ou professores
que o tenham influenciado antes do O-Sensei?
K - Antes de começar no Aikido? Sim, muitas pessoas.
Um deles foi o meu professor de escola primária, e
também um excelente professor da escola secundária.
(Tradução
Amália Farinha - Instituto Takemussu de Portugal).
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